Intervenção no Pátio do Colégio. FOTO: SERGIO BORGES.

Intervenção no Pátio do Colégio. FOTO: SERGIO BORGES.

E lá se foi mais uma Virada Cultural na cidade de São Paulo, a 6ª edição deste que já é um dos eventos com presença garantida no calendário anual da cidade. Assim espero!

Não consegui ver tudo o que eu queria. Para dizer a verdade, eu só consegui ver dois shows este ano. Vi o Baile do Simonal, show com os filhos do Simonal tocando as músicas do pai, e a banda americana Living Colors. Mas valeu. Faltou pique e perna para aguentar a maratona. rs.

Acredito que este é um dos eventos mais democráticos da cidade. Nele todos podem participar. Além disto, este é um evento que faz com que as pessoas “tomem” para si o centro da cidade. Fazendo com que muitas delas possam ver os detalhes e as mazelas da esquecida região central.

Gostei da ideia de deixar os palcos mais distantes uns dos outros este ano. Esta ação proporcionou uma melhor locomoção entre as pessoas. Evitando assim aglomerações desnecessárias.

Mas nem tudo foi flores na Virada, assim como vocês já sabem e foi noticiado na imprensa em geral. Pois, houve neste ano na Virada uma morte. Uma morte em um evento que deveria ser da paz.

Faço algumas críticas ao evento, pois creio que a segurança deva ser melhorada para o ano que vem. Havia lugares em que não se via o policiamento correto. E mais, a limpeza também ficou a desejar em certos pontos. Mas o pior de tudo tem haver com alguns dos nossos “cidadãos” paulistanos. Que urinavam onde quisessem e transformavam o evento em uma imundice só. Será que era só por causa da falta de banheiros químicos? 

Todos estes são pontos que podem e devem ser melhorados para a próxima edição. Mas o que ficou do evento, que reuniu 4 milhões de pessoas no centro, foi  a sensação de que os paulistanos estão no caminho certo ao promoverem uma festa cultural e democrática.

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